TUDO BEM!

2 de Maio de 2009

TURN ON: um trio bem animado & os bons gemidos (de Alex Collack e Ethan Wolfe)
TURN OFF: o rabo aberto de Collack & as penetrações “escondidas” de Wolfe

Masterpiecef 1 - Masterpiecef 1
Transar bem é, sim, uma arte. E os rapazes da Hot House, em Masterpiece, se esforçam para realizar grandes obras primas. O filme não tem nenhuma história, os cenários são praticamente inexistentes (apesar de um belo trabalho que é feito com a iluminação) e o figurino se restringe a um pouco mais de um par de cuecas. Mas tudo bem!
Logo na primeira cena, os gemidos do Allex Collack fazem qualquer um entrar no clima. É uma pena que o rabo dele já esteja tão aberto, sem muita resistência – algo que os repetidos closes de câmera não se cansam de mostrar. Várias vezes durante a transa, eles param um pouco pra se beijar. E a lambida que o outro dá no rabo dele é muito bem explorada.
A segunda cena começa com muitas preliminares, muito beijo na boca. De vez em quando, até escapam umas frases, do tipo “Eu te quero tanto”! Aqui, a lambida no rabo também é boa, sem falar da bela abertura de pernas do passivo no frango assado. Eles mudam de posição, o ritmo da trepada aumenta até que eles gozam. Os caras nem são tão bonitos. Mas tudo bem!
Marterpiece2 1 - Marterpiece2 1
Trocadilhos à parte, a terceira cena traz um trio de belos caras meio peludos. Não demora muito pra um deles assumir o passivo e dar pros outros dois enquanto eles se beijam. O cara é fodido e chupado ao mesmo tempo. E, no fim, goza sem sequer colocar a mão no pau – e continua dando! Acredita? Os ativos acabam se comendo também. E todo mundo, claro, goza no final.
A última cena traz o bonitão aí da capa, Ethan Wolfe, que tem um pau enorme – e feio. É ele quem começa chupando o pau e o rabo do outro para, na sequência, comê-lo de pau meio mole. Os ângulos de câmera não favorecem as penetrações e fazem o pau dele parecer menor do que realmente é. De lado é melhor. Mas tudo bem! Logo em seguida, é ele quem dá, geme gostoso e goza (sem espirrar) com o outro lambendo o seu saco.

Classificação:

duro duro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 - duro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13

NOSSOS VIZINHOS CALIENTES

25 de Abril de 2009

TURN ON: o baixinho que faz com gosto & os beijos “latinos”
TURN OFF: casal 2ª cena & a escassez de porra em algumas cenas

argentine assets 1 - argentine assets 1
Ok! Vamos deixar a rixa de lado. Afinal, os homens argentinos também podem ser interessantes. Alguns dos atores de “Argentine Assets 1”, da Hands Solo, até chamaram a minha atenção. Como bons latinos, os caras beijam muito e bem. E se a ideia era despertar o desejo – e a curiosidade – pelos homens argentinos, deu certo.
A produção é bem modesta. Sempre há um encontro na rua (por vezes até forçado) e logo o mesmo casal começa a trepar num ambiente fechado – parece até filme brasileiro. A maioria dos atores tem cara de menino. E todos falam em espanhol – um prato cheio pra quem se excita com qualquer sotaque. Porém, os diálogos também são bem rasos.
O moreno da primeira cena e o pau dele até que são simpáticos e compensam a feiúra e pau murcho do passivo na mesma cena. Há um belo close do rabo desse mesmo moreno enquanto ele chupa o passivo. Mas não goze antes de começarem as penetrações. O ritmo das estocadas é realmente excitante – e os ângulos de câmera não deixam a desejar.
Se você seguir adiante, não perca muito tempo com a segunda cena. Os caras são feios e jovens demais – nem o corpo deles ainda está formado direito. A cena é uma sucessão de brochadas. Eles param pra tirar a roupa, dá pra ver o cameraman refletido no espelho e a porra é bem escassa. Ah… Eu falei que os dois são meio afeminados? Então, passa pra frente.
Mesmo porque a cena seguinte, na minha opinião, é uma das melhores. Um baixinho, que nem é tão bonito assim, encontra um casal de amigos e decide extravasar o seu tesão. Depois de beijar muito, ele abocanha o pau dos amigos enquanto eles continuam se beijando. Em seguida, ele dá pros dois, claro. E mesmo depois de gozar, continua dando. Ele faz com gosto. É inspirador!
argentine assets 1 b - argentine assets 1 b
O moreno da próxima cena também dá com bastante desenvoltura. Ali, os paus são médios, mas os caras são legais. A progressão da trepada é até tradicional. Mas a primeira enrabada é lenta – e o moreno sente, com tesão. De lado, ele também dá gostoso, enquanto eles vão se beijando. E o único problema é que os caras gozam rápido demais.
Coisa que não acontece no solo da última cena. É um cara bonito, com um bom pau, que começa fazendo a barba – bem macho. Aí ele vai tomar um banho, fica todo ensaboado. A câmera passeia um pouco, dando destaque pros pés dele. E só aí ele vai bater uma. Apesar do tamanho do pau (grande), a porra por aqui também não é abundante.
Fica um gostinho de “quero mais” que em parte é saciado pelo trailer que encerra o filme, de “Argentine Assets 2”. Mas não se empolgue demais! Pelas cenas que são mostradas, a sequência traz os mesmos atores, os mesmos cenários e – pasmem – as mesmas posições. Se você gostou, é só pedir bis!

Classificação:

meia-bomba meia bomba 1 2 3 4 5 6 - meia bomba 1 2 3 4 5 6

RUMO A BARCELONA

31 de Março de 2009

TURN ON: as fantasias de um relacionamento aberto & beijos a 4
TURN OFF: penetrações “curtinhas” & o resto de geléia no rabo de um deles

Eu ainda não conheço Barcelona. Mas se a cidade respirar sexo, como em “Barcelona Nights”, da Lucas Entertainment, eu já estou fazendo as minhas malas e pegando um avião pra lá agora. O filme já começa com um casal aproveitando-se do empregado pra receber sexo oral. A transa fica pela metade e funciona só como uma pequena introdução. Trocadilhos à parte!

BarcelonaNights - BarcelonaNights
Depois de algumas cenas de Barcelona e da sua agitada vida noturna (não deixe de ver as do making of), o primeiro casal fode nos fundos de um bar. Um deles é Wilfried Knight – figurinha carimbada nos filmes de Michael Lucas que, apesar do pau pequeno, chama a atenção pela beleza e pela desenvoltura. O pau do outro (nessa cena) é mais interessante: curvo pra cima. E a luz azulada traz um clima diferente pra cena. Só a penetração, curtinha, é que deixa a desejar.
No banheiro do mesmo bar, ainda na tal luz azulada, três outros caras – com bons paus – encontram-se pra trepar. O espaço apertado não é um problema. Muito pelo contrário. Por conta dele, o passivo é obrigado a fazer boa parte da movimentação, indo pra frente e pra trás na hora da penetração. Tão bom quanto o final, quando eles gozam todos na cara dele.
Em seguida, o mesmo casal que foi chupado pelo empregado no começo do filme pega um terceiro no balcão do bar. Os paus são grossos, mas pequenos. E a bunda de um deles é realmente feia. As penetrações são “curtas” (porque os paus são pequenos) – uma constante brochante em quase todo o filme.
Tão brochante quanto a cena de outro casal de namorados (que também namora na vida real) que brinca com uma geléia escura no rabo e no pau antes de transar. No final, não fica parecendo que é geléia – mas que eles se “sujaram” na hora de brincar. Claro que eles trepam com mais cumplicidade, gozam na boca do outro e tudo mais. Só não entendi a camisinha. É lei?
Antes dessa cena, um dos atores principais do filme – um loiro – transa na banheira de espuma com outro – um moreno (um brasileiro, por sinal). Os caras são bonitos e têm bons paus – com destaque pra bunda do tal loiro que, depois de dar, também come. Entre “idas e vindas”, o moreno goza no peito do loiro e depois lambe. Sem deixar nenhuma gota.
Por fim, o loiro volta à cena com o seu namorado (no filme), Wilfried Knight, pra transar com mais outros dois caras em casa. Os beijos a 4 me levaram à loucura. Todo mundo chupa todo mundo. E eles fazem um 138; ou seja, dois 69. A troca de parceiros continua e as combinações são bem interessantes. Os gemidos se misturam. E, mesmo depois de gozar, eles ficam se beijando.
Nada como um relacionamento aberto… Nos filmes, pelo menos, eles sempre funcionam!

Classificação:

duro duro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 - duro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

JUSTIÇA SEJA FEITA

25 de Março de 2009

TURN ON: as penetrações em cadeiras & os trenzinhos com Kent North
TURN OFF: alguns paus que não impressionam & a cena do advogado

Justice - Justice
Filmes pornôs numa cadeia existem muitos! Mas “Justice”, da Hot House Entertainment, não é apenas mais um deles. Mesmo porque não é toda cadeia que tem um cara que respira sexo como o Shane Rollings, que praticamente transa com todo mundo que está no filme. Por causa dele, eu até passei a olhar pros carecas de uma forma diferente…
A premissa do filme é interessante. Rollings é confundido com um fugitivo e preso injustamente. Os cenários são estilizados. E os figurinos convencem – assim como as atuações. Logo na primeira cena, durante um interrogatório, é obrigado a chupar os paus dos policiais. No começo, resiste. Mas, depois, cai de boca. Os paus não são lá essas coisas: um é fino e o outro é pequeno. Mas não importa. Ele faz com gosto.
Na mesma cena, um dos policiais coloca uma luva para “examinar” o rabo de Rollings, que também resiste no começo – mas só no começo. Não demora muito pra ele dar pro pau fino em cima da mesa (num ângulo ótimo). E depois, enquanto o mesmo ativo está numa cadeira, ele senta no pau de costas pro cara, apoiando os pés na perna dele – dá pra ver a penetração em detalhes (há uma foto dessa cena bem no meio da contracapa)!
Em seguida, Rolling vai pra cela onde é currado por outros três detentos. De novo, nem todos os caras tem paus incríveis. Mas chega a ser sexy quando eles obrigam Shane a chupar cada um. Logo eles se entendem. Fazem trenzinho pra lamber o rabo (com ele no meio). E os três fodem ele. Dois deles, inclusive, fazem uma espécie de cadeirinha pro de pinto maior meter nele de pé.
Justice b - Justice b
O papo com o advogado – que por sinal é o diretor do filme – também acaba em sexo. Mas um sexo sem graça. Só oral. Num pau pequeno. O único momento interessante é no final, quando o tal advogado lambe o rabo de Rollings para ele gozar na própria boca.
Já no ambulatório, “conheci” um dos atores que iria se tornar um dos meus passivos preferidos: Kent North. Com um sotaque sexy, ele interpreta um médico que, junto com o enfermeiro, dá um trato num prisioneiro. Como Shane Rollings, Kent North faz sexo com gosto, geme gostoso. Principalmente quando é enrabado e chupado ao mesmo tempo e quando fica no meio de um trenzinho de penetrações. Um pinto enorme de borracha também não é problema – ele agüenta com muito prazer.
De volta às cenas de Rollings, ele faz um troca-troca com um outro colega de cela, enquanto um policial assiste. E ainda transa mais três outros (um negro, um feio e um charmoso) – supostamente autoridades – que lhe oferecem a liberdade em troca de muito sexo. O policial da cena anterior também participa. A bunda branquinha do Shane Rollings subindo e descendo no pau do negão (que está sentado numa cadeira) encerra o filme com chave de ouro. Foi o primeiro filme da Hot House que eu vi e – sem sombra de dúvida – não foi o último!

Classificação:

duro duro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 - duro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11

PRA UMA “PELADA”

18 de Março de 2009

TURN ON: o clima de vestiário & o francês comendo o argentino
TURN OFF: o argentino só no frango assado & o banho de Vilem Cage

soccer boy - soccer boy
O que acontece quando um grupo de rapazes se encontra num vestiário? Bom… Se eles forem gays e estiverem com tesão, claro que todo mundo acaba transando com todo mundo. Em “Soccer Boy”, da Manzise, caras das mais diferentes nacionalidades (incluindo 3 brasileiros) se reúnem para jogar bola. E apesar de alguns diálogos num inglês sofrível, eles se entendem perfeitamente bem.
Mesmo antes de começar, dois se encontram pelos corredores. O ativo, um brasileiro com jeitão de homem, tem um bom pau. E o passivo tem uma bunda bem branquinha. Dá pra ver – e sentir – quando o brasileiro mete a primeira vez. É ótima a transição do frango assado pra cavalgada. Mas o melhor é quando o passivo senta de frente e dá o rabo enquanto beija o outro.
Depois da semi-partida de futebol, por conta de uma contusão num dos jogadores, o grupo se divide pelas dependências do local. Sobram dois casais na quadra, que nem são tão bonitos assim. Destaque para o sexo oral na rede do gol bem parecido com aquela foto famosa que o jogador Vampeta fez pra revista G Magazine.
O jogador contundido acaba sendo massageado por mais dois. E não demora muito pra todo mundo colocar o pau pra fora. Os caras já não são tão feios e fazem um ótimo sexo oral. Na sequência, dois atores que já participaram de cenas anteriores acabando transando na academia. Mas a cena não tem nada demais – a não ser o ativo que goza pra caralho.
De volta ao vestiário, um dos franceses (muito sexy) percebe que ficou a sós com o argentino, Nando. Pra mim, essa é de longe a melhor cena do filme. Primeiro porque o francês tem o pau mais bonito e maior de todos – sempre duro. Depois, porque o argentino tem cara de safado e jeito de menino. O sexo oral é incrível (na contracapa, eles estão na foto central). Principalmente quando o francês segura a cabeça do argentino e fode a boca dele. O garoto chega até a perder o fôlego!
soccer boy b - soccer boy b
Infelizmente, quando a gente começa a se empolgar, eles cortam pro Vilem Cage no chuveiro, tomando banho. Tudo bem que ele também é lindo, mas dá uma brochada. De volta ao vestiário, o francês passa o dedo no rabo (fechadinho) do argentino – e logo enfia o pau. O rapaz gosta. E pede, em inglês, cheio de tesão, pro outro continuar fodendo.
Pena que eles só ficam (nesse momento) no frango assado. O francês segura o argentino pelos tornozelos e manda ver. A visão da bunda do francês indo para frente e para trás, contraindo e relaxando, enquanto o argentino se contorce de tesão, com as pernas bem abertas, é sem sombra de dúvida o melhor momento do filme.
No chuveirão, um casal se junta a Vilem Cage. E, logo em seguida, o francês e o argentino interrompem a transa no vestiário para também se juntar a eles. Fica um pouco confuso. Mas vale pelo momento que os outros lambem o rabo do Vilem Cage e do francês, por um trenzinho de enrabadas que 3 deles fazem e por todo mundo acabar gozando no peito do argentino.
O filme acaba com a galera se vestindo e indo embora. No making off, com depoimentos dos atores, os caras falam de seus personagens (que têm até nome) e de suas preferências sexuais, como o tamanho do seu pau e as fantasias que eles gostariam de realizar. As cenas de bastidores incluem algumas fotos. E, junto com o resto do filme, acabam deixando a gente com aquela vontade de reunir os amigos pra uma “pelada”.

Classificação:

super-duro super duro 1 2 3 4 5 6 7 - super duro 1 2 3 4 5 6 7

BEM DE PERTINHO

12 de Março de 2009

TURN ON: quando Stryker põe o pau pra fora & os ângulos das penetrações dele
TURN OFF: pintos meia-bomba & a narração das transas

Eu já vi o Jeff Stryker ao vivo. Bem de pertinho. Numa peça em Los Angels onde, depois de uma espécie de atuação, ele se aproximava da platéia e exibia o pau – mole. Sim, ele pensa que é ator (quando, na verdade, tudo o que a gente quer é ver aquele pau duro). E em “Jeff Stryker’s Underground”, da VCA, os nossos desejos se tornam realidade.

Underground - Underground
Todas as cenas têm uma introdução, como se ele estivesse respondendo a perguntas numa entrevista sobre sexo.as suas aventuras sexuais. A voz – que mais parece o Cid Moreira com tesão – continua narrando as cenas sem nenhuma necessidade. Ele está mais velho. E, se não me engano, voltando a cena pornô depois de algum tempo afastado.
Na primeira cena, ele assiste a uma orgia e fica se masturbando. É um prato cheio pra quem gosta de ver muitos paus ao mesmo tempo – e de todos os tipos. A maioria fica meia bomba. E ninguém come ninguém. Quando você começa a se empolgar com um casal (ou um trio), eles cortam pra outro casal. Mas a visão do grupo é maravilhosa. E porra é o que não falta no final.
As duas cenas seguintes são ruins. Os caras são feios. Os paus são pequenos. E numa delas, no banheiro, o passivo enfia a cabeça no mictório e puxa a descarga durante a penetração. Era pra ser sexy? Eu, hein? Ruim também é a cena onde o cara chupa 5 paus naqueles buracos na parede. Os paus ficam moles. E todos gozam nele. Mais uma vez, vale só pela fantasia.
Mas nada disso se compara ao momento em que, no estábulo, Jeff Stryker abre a calça e coloca o pau pra fora. O passivo, um loiro meio feminino, morde os lábios. Porque o pau de Jeff, mesmo mole, é um monumento digno de aplausos – e muito sexo oral. E o garoto não deixa por menos. Coloca tudo na boca, deixando-o duro em questão de segundos.
Os ângulos favorecem o tamanho do pau. E os takes mais abertos também são inspiradores. Na transição do sexo oral para a penetração de 4, o pau permanece durinho, retinho. Mas o melhor é quando Jeff Stryker pega o loirinho de frango assado e segura as duas pernas dele bem abertas. Tesão! Só dispensaria os relinchos dos cavalos no meio da transa que soam como pum!
Jeff Stryker ainda faz a última cena do filme, com mais dois caras. Sem muito sexo oral, é ótimo quando ele fode (em pé) um cara que chupa o outro de máscara. E é melhor ainda quando ele come esse mesmo cara em cima da mesa de bilhar – e depois come o de máscara. Todo mundo dá de pau duro. E sua pra caramba! Quem não suaria?
Apesar da cara de galã de novela mexicana (com um cabelo que não se move durante o sexo mais animal), Jeff Stryker – um mecânico que virou primeiro modelo, depois ator pornô e agora produtor de seus próprios filmes – nos inspira com um pau enorme e cabeludo. Quem se importa se ele não chupa nem beija (ou se beija mal)? Quem se importa que seus gemidos soam fake?
Queria eu encontrar com ele de novo, assim, bem de pertinho.

Classificação:

meia-bomba meia bomba 1 2 3 4 5 - meia bomba 1 2 3 4 5

ATIVOS COMO ESSES…

2 de Março de 2009

TURN ON: Brandon Manilow em 3 cenas & ângulos de penetração reveladores
TURN OFF: alguns caras afeminados & alguns rabos peludos

PinaColadaf - PinaColadaf
Foi em “Piña Colada”, da Bel Ami, que eu descobri o Brandon Manilow. Por causa dele (na capa) aluguei o filme. E praticamente me apaixonei. Brandon participa de 3 das 5 cenas. Está sempre de pau bem duro. Chupa os outros caras. E fode com rapidez, virilidade… E uma cara de safado que é difícil de resistir.
O filme se passa – supostamente – no Brasil. Mas as transas acontecem dentro de cabanas, atrás dessas mesmas cabanas e pelas redondezas. Os meninos são bem bonitos, mas tem cara de adolescente. Os paus, primeiro, aparecem moles. Mas depois de muito sexo oral ficam duros como uma vara.
As cenas são meio parecidas. Apenas uma delas não tem penetração. Boa parte dos rabos é meio peludo. E os ângulos de penetração são reveladores. Pena que, como em todos os filmes da Bel Ami, os passivos dão o rabo de pau mole. E às vezes são muito afeminados. Três dos atores fazem poses duvidosas numa sessão de fotos no início do filme.
Não me conformei também com o passivo que se diverte com Brandon Manilow e Mark Aubrey na última cena – e eu nem estou falando daquele penteado horrível (visível aí na capa). Também faltam línguas nos beijos na boca em geral. Tão esquisitos quanto o ritual indígena e o jogo de capoeira que Brandon e Mark participam.
PinaColadab - PinaColadab
A música “tropical”, por outro lado, ajuda a dar o clima. E a performance de Brandon Manilow na hora da transa faz todo o resto parecer banal. Na sua primeira cena, ele começa comparando o pau com o de outro cara. E em seguida, alterna sexo oral com muito beijo na boca. Quando o passivo se dependura nas correntes pra ser chupado, a visão do rabo de Brandon é paradisíaca.
A gente não vê o pau dele entrando na hora da penetração. Mas imagina que esteja bom, só pela cavalgada – e do sorriso – do passivo. Feliz também ficou o feioso da última cena que senta em Brandon. Depois, no pau de Mark. Depois, volta pro Brandon. E, depois, pro Mark. São ativos como esses que fazem até um passivo afetado parecer atraente.

Classificação:

duro duro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 - duro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

RESPIRE FUNDO E APROVEITE

17 de Fevereiro de 2009

TURN ON: quando Jason Branch geme/fala & quando lambem o rabo dele
TURN OFF: alguns caras feios & poucas penetrações

best of jason branch dvd - best of jason branch dvd
Eu não sei se é o jeito que ele olha pra um pau. Se são as pornografias que ele fala com aquela voz grossa durante as transas. Ou se é simplesmente (mais uma vez) a combinação perfeita de um corpo escultural, com um bom pau e muita disposição para trepar. O que eu sei é que Jason Branch merecia – assim como a gente – o “The Best of Jason Branch” da Catalina Vídeo.
O filme é antigo. Os cenários são antigos. E a trilha sonora é antiga também. Mas o sexo, por outro lado, é quase atemporal. São cinco cenas mais ou menos com a mesma dinâmica, que começam com muito beijo na boca, passando para bastante sexo oral e algumas lambidas de rabo, até as penetrações de 4 e orgasmos (alguns em câmera lenta) nem tão empolgantes.
Em todas elas, o denominador comum – Jason Branch – sempre salva a cena. Geralmente, ele é o ativo e comanda a trepada. Sua melhor qualidade é falar durante a transa toda, gemendo na hora certa e dando ordens que enlouqueceriam qualquer parceiro. É música pros meus ouvidos ouvir um cara gemer de prazer com um pau inteiro na boca. E isso ele faz com gosto!
Outra característica marcante da performance dele é apertar os mamilos enquanto alguém - ou um casal – chupa seu pau. E ele não deixa por menos. Chupa muitos pintos também. E oferece o rabo (cabeludo) pra quem quiser lamber. Na segunda cena, excepcionalmente, ele ainda pede pra ser fodido – e é. E no final ainda pede: “Goza no meu rabo”. E o outro esporra na sua bunda.
best of jason branch dvd b - best of jason branch dvd b
Na última cena, ele também oferece o rabo pra ser lambido num ângulo bem interessante (os outros ângulos do filme, em geral, são bem convencionais). O parceiro dele nessa cena até que é bonito. E tem um baita linguão. Mas infelizmente fica só nisso. Aliás, na maioria das cenas desse filme, os caras ficam só se chupando e não partem pra penetração de fato.
O maior problema está na terceira cena, com um cabeludo bem feio, que tem tanta pele no pau (enorme) que Jason Branch enfia o pau dele dentro do prepúcio que envolve a glande do outro. Um pouco nojento. Um dos casaizinhos da suruba também é feio. E prepare-se! A maioria dos atores do filme faz a linha “peludo”. E às vezes nem os paus são tão grandes.
Mas o do Jason Branch, apesar de médio, aparece sempre duro. Mesmo na samba-canção (sexy) que ele usa na última cena. A movimentação, na hora da penetração, não é tão visível. Mas é intensa. E tesão é tanto que, em alguns momentos, o próprio Jason Branch precisa respirar fundo. Só pra recuperar o fôlego. E aproveitar ainda mais.

Classificação:

meia-bomba meia bomba 1 2 3 4 - meia bomba 1 2 3 4

ENCONTROS INESQUECÍVEIS

11 de Fevereiro de 2009

TURN ON: os contextos dos encontros & beijo na boca com pau no meio
TURN OFF: quem dá de pau mole & as penetrações nem tão visíveis

Sexo não precisa de desculpa. Basta dois homens com tesão se encontrarem pra alguém acabar fodendo alguém. Em “Encounters 3 – Flash Point”, da Lucas Entertainment, há sempre um contexto: um ensaio fotográfico, uma briga no escritório, uma punheta no dormitório da faculdade e, por que não, uma “grande” aventura numa cabine de sexo.

encounters3 - encounters3
Na primeira cena, o passivo age como se fosse um fotógrafo de verdade. Convence. Mas eu não gostei do ativo, que banca o modelo: o cara é feio e tem um pau feio. Ainda bem que o passivo é atraente – e dá o rabo feito homem, pedindo (com uma voz grossa e sexy) pra foder mais forte. Ainda assim, ele dá de pau mole… Meio brochante.
Na cena seguinte, um funcionário do escritório agride fisicamente o chefe – mas os socos logo viram beijos na boca. As atuações (e a transição da raiva pro tesão) são convincentes. Aliás, até as transições de posição na hora da trepada também são ótimas. Uma verdadeira aula para quem não quer quebrar o clima na hora da transa.
Mas no começo, eles passam tempo demais se chupando. E o funcionário (assim como o passivo da primeira cena) também dá de pau mole. Como o pau do chefe não é muito grande, a gente não vê muita coisa entrando nem saindo. Mas pode se concentrar na bunda deliciosa do passivo ou na bela tatuagem que ocupa as costas inteiras do ativo.
Também não dá pra ver muuuuuita coisa nas penetrações que acontecem na cena seguinte. O clima, numa espécie de dormitório de faculdade, é perfeito. Luz de abajur, muitas sombras… Os caras são comuns e se parecem com caras com quem todo mundo já transou. Um deles bate punheta escondido olhando uma revista quando o colega de quarto chega de repente. Aí…
Os dois transam ali mesmo, numa cama de solteiro. Um chupa o outro. Um come o outro. Bem colegas mesmo! E a posição da última penetração favorece um pouco mais a visão dos paus, que não são tão pequenos. Na verdade, o único problema com os pintos dessa cena é que eles gozam pouco.
Diferentemente dos pintos da última cena. Afinal de contas, o passivo (felizardo) que vai até uma cabine de sexo encontra nada mais nada menos do que os paus de Chad Hunt e Ben Andrews pra chupar. Ele nem sabe por onde começar. Os ângulos de câmera favorecem bem o tamanho dos paus, que em nenhum momento da cena deixam de ficar duros.
Chad Hunt está até bonito, com a barbinha por fazer e cara de moleque por causa do boné (às vezes) virado pra trás. Adorei quando ele veio ajudar o passivo a chupar o pau do Ben Andrews: os dois ficam se beijando, com o pau gigante do outro no meio. Ben Andrews, aliás, também está com cara de bom moço.
São personagens que contrastam com as paredes super-vermelhas e o suposto “aperto” da cabine, mostrado pelas câmeras em ângulos bem fechados. O filminho que passa numa TV na parede – com áudio – também ajuda. Os gemidos se misturam. Principalmente quando Chad levanta a perna no passivo e a gente vê o pau inteiro dele entrando naquele rabo apertado.
Encontros como esses são inesquecíveis. Não são?

Classificação:

duro duro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 - duro 1 2 3 4 5 6 7 8 9

RESPEITÁVEL PÚBLICO!

6 de Fevereiro de 2009

TURN ON: o trio com calça de lycra & Pavel Novotny ativo e passivo
TURN OFF: alguns caras feios & trilha sonora idílica

under the big top - under the big top
Nem todo sexo é animal. Em “Under The Big Top”, da Sarava Production em parceria com a Lucas Kazan, por exemplo, os caras não trepam – meio que fazem amor. O filme é baseado na ópera “Pagliacci”. Ou seja, tem história e muita música idílica. Os diálogos, que são raros, começam (num musical de abertura interminável), pontuam e encerram a trama.
Mas o sexo, lógico, chama mais a atenção!
Logo na primeira cena, nos bastidores do circo, fiquei encantado com a maneira que um passa a língua no pau e no saco do outro, antes de enfiar tudo na boca. Ainda bem que os planos do filme são bem fechados. Depois, o que é chupado fica no frango assado, com as pernas abertas, e o que chupa passa a língua com maestria pelo rabo, saco e pau dele numa só lambida.
Em seguida, o cara mete no outro… Com a língua – primeiro. Depois, com o pau. E assim que eles gozam, trocam de papéis. Os caras são bonitos (são os dois da capa). E eu ficaria com eles. Assim como eu ficaria com os caras da cena seguinte. Três “trapezistas” (entre eles o gostoso do Vilem Cage e o charmoso Antônio Armani) só com aquelas calças de lycra bem justas.
Eles começam se alongando e, literalmente, se alisando. Não demora muito pros paus ficarem duros dentro daquelas calças. E, a partir daí, todo mundo chupa o pau de todo mundo. Todo mundo lambe o rabo de todo mundo. E na hora da penetração, o Antônio Armani dá pra um, dá pro outro, dá pra um de novo, dá pro outro de novo – e tudo isso de pau duro.
under the big top b - under the big top b
As combinações são interessantes. Os três se beijam ao mesmo tempo. E os três orgasmos são fenomenais! Um goza roçando o pau no saco de outro que está de 4. O terceiro goza enquanto o que está de 4 passa a língua no pau dele. E o que está de 4 goza enquanto brinca com a língua de um deles. Eu já fiz isso. É bom!
Melhor ainda é a cena que vem a seguir, com outro dos meus ídolos: o Pavel Novotny (que no filme usa o nome de Max Orloff). O moço tem cara de safado, um corpo escultural e um pau maravilhoso. Dizem que ele fazia filme hétero. Mas aqui ele chupa o pau do outro com vontade. E, depois de foder o cara, dá o rabo pra ele com maestria também. Hétero? Sei…
Enquanto o Pavel/Max banca o ativo, dois ângulos chamam a atenção: quando ele come o cara de 4 – posição que favorece demais o corpo dele. E quando a câmera registra esse mesmo momento por baixo. A esporrada também. Pavel roça o pau no rabo do outro e explode em gozo. Vale a pena! Só tem um cara feio que fica olhando a cena que é dispensável.
Tão dispensável quanto a última cena: uma transa a quatro, que mais parece uma transa de dois casais. Os caras são feios. Têm as sobrancelhas feitas demais. E só empolgam quando um deles goza sem colocar a mão no pau – um dos poucos instantes que salvam a cena e combina melhor com o resto do filme.

Classificação:

duro duro 1 2 3 4 5 6 7 8 - duro 1 2 3 4 5 6 7 8